segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Xenoblade

Eu sou o FF_Reis, curto dar uns tiros de carabina e roubar goiabas, mas hoje estou aqui pra falar de video-game e filmes e etc..

Tenho um Wii, e outros emuladores de velharias no PC.

Permitam-me começar com um jogo de Wii.


XENOBLADE


Momento tenso em que Mechonis e Bionis duelam furiosamente.

Atenção: Esse artigo contém revelações sobre o enredo do jogo. Leia por sua conta e risco.




Xenoblade, um dos RPGs de Wii mais esperados da América, acabou chegando antes na Europa e eu aproveitei pra joga-lo.

O Jogo começa com dois Titãs, Bionis e Mechonis, lutando num mar sem fim. Ambos lutam até os dois se derrotarem, sobrando seus corpos.
Seus corpos são o mundo em que jogamos. Criaturas ôrganicas habitam Bionis (o mais clarinho e angelical), enquanto seres biônicos habitam Mechonis (o mais escurinho e monstruoso).

Em Bionis existem 3 raças inteligentes: os Homs, que nada mais são humanos com um nome diferente; os Nopons, pequenas bolinhas coloridas irritantes; e os High Entia, uma espécie de elfos com asas na cabeça.

Frontier Village, o vilarejo das bolinhas coloridas
Você começa o jogo lutando contras os Mechons, robôs malvados que vem de Mechonis pra te infernizar a vida. A unica arma que pode derrota-los é a Monado, parecida com um sabre de luz Jedi gigante. Mais tarde você descobre que a Monado é bem mais mothafucka e serve pra muito mais coisa do que destruir Mechons, como prever o futuro por exemplo.

O personagem principal do jogo é Shulk, um jovem mecânico que é escolhido pra ser o herdeiro da Monado, algo bem clichê pra personagens principais, mas isso é algo que não me perturba. Clichês são clichês porque dão certo, afinal. Como se não bastasse, temos mais clichê quando entra pro time seu amigo brutamontes Reyn e a menina que gosta dele, Fiora.
Mas logo o clichê termina. Fiora é morta por uma invasão Mechon na terra natal de nossos heróis. A partir daí, nossos heróis buscam vingança.

Eles escalam a perna de Bionis e acham uma refugiada chamada Sharla, que luta como uma White Mage. Logo depois entra pro time Dunban, o fodão, que mesmo com o braço direito fodido, continua tendo ataques fortes com o braço esquerdo.

Dunban, o fodão
Bom, a trama vai se desenrolando até que você percebe que quem é malvado não é tão malvado assim e quem parece ser bonzinho não é tão bonzinho, e quando você se dá conta, já está no meio da luta entre dois deuses: Zanza, que é a essência de Bionis, e Meyneth, a essência de Mechonis (Mechonis, aquele ser monstruoso e assustador, na verdade é uma menina).

Zanza mata Meyneth e Bionis acaba acordando e destruindo Mechonis. Portanto, quando você estiver em Mechonis, pegue tudo que puder pegar e faça tudo que puder fazer, porque depois não dá pra voltar lá, conselho de amigo. Zanza planeja destruir o mundo pra reconstruí-lo sozinho, já que o mundo anterior foi contruido por ele e Meyneth. Os High Entia todos viram bixos estranhos chamados Telethia, menos a princesinha do seu time, Melia, que é mestiça com Homs.

Melia, a princesinha High Entia
Sua missão final é matar Zanza e viver num mundo sem deuses maus e perversos.

Após você fazer isso, você descobre que Zanza e Meyneth na verdade eram astronautas da Terra. Zanza apertou um botão numa estação espacial que destruiu o Universo. E depois o Universo foi reconstruido com Zanza e Meyneth como deuses. Enfim, quem criou essa história devia estar muito chapado...

O jogo é agradável. O sistema de batalha é bom, fazendo com que cada personagem do time lute de modo diferente. Os lutadores não param de gritar e falar nas batalhas, o que é meio irritante e inconveniente, mas logo você aprende a ignorar a gritaria. Meu time final ficou como Shulk, Dunban e Melia, um time com grande poder de ataque mas bem vulnerável.

Foi contratatado um grande time de músicos pra fazer a trilha sonora desse jogo, contando ainda com Yoko Shimomura, compositora de clássicos como Street Fighter 2, Kingdom Hearts e Legend of Mana. O resultado, como era de se se esperar, foi excelente. Trilha sonora nota 10.

Além disso o jogo conta com diversas características, como sistema de dia e noite, coleções, fábrica de jóias, sistema de afinidade, milhares de quests, etc.
Os equipamentos são mostrados, fazendo com que cada novo equipamento que você equipe, a aparência de seu personagem mude. Além disso você pode equipar jóias nos equipamentos que funcionam como matérias, dando um powerup em certos atributos.

Eryth Sea, o mar psicodélico
Os locais do jogo também foram muito bem projetados, com destaque para Frontier Village, Eryth Sea e Satorl Marsh, um pântano que fica no cu de Bionis, mas nem por isso é um lugar feio. Ainda bem que videogame não transmite cheiro, pois o lugar deve ser muito do fedorento. O meu local preferido, Eryth Sea, o mar das ilhas flutuantes, na cabeça de Bionis. Como diz Melia: Inspirational!

Algumas musicas interessantes:
Colony 9
Frontier Village
Satorl Marsh (Noite)

Vejam-me jogando a budega


3 comentários:

  1. Muito bom artigo FF_Reis, aguardo ansiosamente os próximos

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  2. Um dia eu vou ter um wii pra jogar essas merdas.

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